quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Happy New Year 2012

De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás. De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou. De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num so pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR. De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida. De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida. De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece. FELIZ ANO NOVO a todos os que sempre estão aqui , aos amigos , aos amores e desamores , e que em 2012 tudo de positivo nos aconteça, que sonhos, objetivos, amores se realizem da forma mas inesquecivel a todos. Dedico ao meus amores especiais , Negah Melo , Gabriela Delfino e Ana Carolina Motta .Obrigado por todos os momentos que passamos juntas em 2011. Então até 2012 a todoos !


Postado Por: Paula Moraes

sábado, 24 de dezembro de 2011

Te Odeio

Eu odeio dar conselhos que você nem vai usar, eu odeio quando você fala dela , e eu finjo não ligar.
Eu odeio ver você com alguém que não tem nada a ver , eu odeio ela ser tão sem graça e você nem perceber
Eu não sei o que fazer ,não tem ninguém aqui pra me impedir de te escrever
Outra canção pra me fazer entender
que eu te odeio tanto, porque gosto de você
Eu nunca acreditei que era mesmo pra valer , eu nunca admiti que me importava com você
Agora tanto faz não quero mas me esconder
Estou falando na sua frente que eu te odeio , por gostar tanto assim de você
Você vai acordar um dia e perceber
Que mesmo sendo um pouco estranha do meu jeito eu tentei de convencer que hoje eu acredito que é mesmo pra valer confesso e admito que me importo com você

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Todos

Vou te contar algumas verdades sobre as pessoas. Sobre todas elas, incluindo eu e você. Em primeiro, e mais importante lugar, você deveria saber que as pessoas mentem. Em graus e proporções diferentes e por motivos totalmente distintos. Eu já menti, e você também, não negue. Ou vai dizer que nunca disse aos seus pais que iria dormir na casa de um amigo, enquanto, na verdade, estava em alguma festinha pelo mundo afora? Isso, é claro, no caso de você já ter deixado de pintar livrinhos de colorir e usar fraldas. O único problema das mentiras, é quando elas são usadas para machucar alguém, ou mais precisamente, para iludir alguém. Aí, meu amigo, o bicho pega. O coração de quem foi enganado dói como se estivesse tendo um infarto, e tudo deixa de fazer sentido por muito tempo. Outra coisa interessante de se saber é que a maioria das pessoas só nos procuram quando precisam de algo, e isso é um fato consumado. Quando possuir algum bem que contenha algum tipo de valor, prepare-se para ser a pessoa mais popular do colégio. No entanto, quando não tiver nada de bom para oferecer, não fique chateado por ser excluído e sofrer bullying. Como diria o Capitão Nascimento, o sistema é foda. Porque quando são os interesses pessoais de cada que entram na jogada, é cada um por si, e Deus por todos. Não é nada pessoal, apenas negócios. Porém, mesmo aparentando ser uma fortaleza, ninguém tem um coração de ferro. Ninguém, mesmo. Até mesmo Adolf Hitler, um dos maiores carrascos de todos os tempos (ou quem sabe, o maior de todos), responsável pela morte de sessenta milhões de pessoas, já passou pela experiência de apaixonar-se por alguém. E duas vezes! Em meados de 1930, seu coração foi roubado por uma sobrinha, que, no entanto, não sentia o mesmo por ele. Seu comportamento ciumento e possessivo levou a garota a suicidar-se em 1931, deixando-o inconsolável. Anos mais tarde, pouco antes de ser derrotado durante a II Guerra Mundial, Hitler casou-se com Eva Braun, a quem jurou lealdade eterna. Tanto que ambos cometaram suicídio juntos, em 1945. Ah, e antes que eu me esqueça de dizer, as pessoas são fúteis e mesquinhas. Todos nós somos, ou já fomos. Qualquer um já teve um comportamento infantil, seja lá por qual motivo. Não negue que já tentou fazer ciúmes em alguém, pelo puro prazer em saber que alguém está sofrendo por você. Eu já, e você também. É a nossa natureza. Gostamos de saber que as pessoas nos amam, nos querem bem, e não gostam quando alguém estranho está por perto. Outro comportamento bastante comum é o egoísmo. O mundo acabando lá fora, com pessoas morando nas ruas e com frio, e garotinhas trancadas no banheiro de casa se cortando com lâminas de barbear. Isso é futilidade ao extremo. No entanto, corremos um sério risco de nos apaixonarmos por alguém assim, já que não somos capazes de escolher quem amamos. Pode ser qualquer um, de qualquer lugar. Isso é perigoso, e doloroso. Moramos em um país enorme, e as chances de nos encantarmos por alguém que more a dezenas de quilômetros é gigantesca. Você talvez já tenha passado por esta experiência, ou se não passou, é porque não deu abertura para isso (sorte a sua, acredite). A verdade é que somos bobos. Com pessoas próximas dispostas a nos dar carinho e atenção, por que temos que amar justo as que estão tão distantes? Vontade de sofrer? Destino? Quem sabe. A única certeza que isso nos dá, é a de que as pessoas são idiotas. Em todos os aspectos. Eu sou, você é, seus amigos são. Todos. O mundo é idiota. Fazemos escolhas erradas o tempo todo, e corremos riscos desnecessários em nome de sabe-se lá o quê. Por que tem que ser assim? Só Deus sabe. Nosso comportamento é um mistério, e nosso coração é um enigma pulsante. A única certeza que temos é que, independente das escolhas, das mentiras contadas, das paixões não-correspondidas, do nível de futilidade, da dificuldade em amar quem realmente merece e do nível da idiotice, todas pessoas - todas elas, sem exceção - só estão em busca de algo chamado felicidade. E é esta busca incessante que move o mundo. É ela quem nos move.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Cilada

Engraçada essa nossa cilada. Termino, vou atrás, tu responde, vou embora, te chamo, tu me pede chance, eu te esnobo, tu me troca, fico com ciúmes, tu ignora, vou embora de novo, tu me liga, te mando mensagem e tu retorna. E eu ainda desejando que a gente brigue por ciúmes, que tu me pegue de surpresa me ligando de madrugada e eu mande um email te contando uma história que inventei só na minha cabe...ça sobre nosso primeiro encontro. Querendo ser sua criança, adulta, megera, idiota, melosa, cretina e ainda assim ser olhada com total reconhecimento de território. Querendo beijos demorados, olhares fixos, hematomas de mãos urgentes e coração acelerado. Eu querendo você e você achando que quero seu corpo. Engraçado mesmo é o amor, isso sim. Fico romantizando até filme de terror depois de uma ligação tua e ainda fico com essa mania besta de achar que tudo é cilada.
Postado por: Paula Moraes

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Enquanto a Maioria...


...de nós sonham com amores perfeitos, homens que abrem a porta do carro, mandam flores e pagam a conta, eu vivo a realidade das baladas intermináveis, das cervejas geladas e da minha independência. Eu prefiro dançar uma noite inteira, do que discutir uma relação por horas, eu prefiro sentar em um barzinho, falando abobrinhas com meus amigos do que bater boca. Afinal, nós também podemos desligar o celular quando estamos com nossas amigas, dar um tempo para encher a cara, olhar para os homens bonitos na rua. Já se foi a ilusão desse ideal de homem, a vida agora é outra. Os tempos mudam, a gente também.

Postado Por: @paulinhamoraaes

domingo, 30 de outubro de 2011

Mudar

Quem me vê hoje e que não me conheceu antes jamais saberia quem eu fui. Como se pudesse esquecer os anos passados, as experiências vividas, os medos superados, resolvi mudar. E mudei. Mudei as amizades, hoje me dedico a um novo círculo de relacionamentos que combina mais com o meu momento. E mudei meus interesses. Estou num mundo onde posso ter todas as experiências que quiser as pessoas que quise...r o divertimento que quiser tudo que quiser. Mudei meus hábitos. Já não vejo mais programas de televisão, não acompanho novelas, prefiro filmes, livros e seriados. Como se pudesse apagar os costumes e simplesmente esquecê-los, deixei de freqüentar os velhos lugares e já não ouço mais as mesmas músicas.
As preferências, as referências, os amigos, o gosto, o cabelo, o perfume. Como se mudar fosse fácil ou como se fosse possível eu mudei.
E como se pudesse fazer transplante de sentimentos e mudar tudo que sentia, eu resolvi que o esqueceria. E transplantei meu coração, o pensamento e o gostar. Não o esqueci. Mas passei a não lembrar .
 Postado Por: @pauliinhamoraes

domingo, 16 de outubro de 2011

O Outro

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor. 
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.